iPMS Muitas usinas já têm o dado; o que falta é a inteligência operacional sobre ele.

O iPMS, o sistema de gestão da Insight para usinas termelétricas, foi desenhado para cruzar o dado de todos os equipamentos, mostrar como um influencia o outro e fazer a perda aparecer antes de virar multa ou prejuízo, da eficiência de cada máquina à conta com a CCEE e o ONS.

  • Eficiência
  • Medição e CCEE
  • Despacho e ONS
  • Mercado
Três telas do iPMS: o cadastro de uma usina, a árvore de equipamentos e um medidor com suas propriedades

A perda que ninguém vê a tempo

O que a usina gasta para gerar cada megawatt-hora muda com o estado de cada máquina. Quando a eficiência cai, ela queima mais combustível para entregar a mesma energia, e a diferença sai da margem.

Essa perda raramente chega de uma vez. Ela se acumula em desvios pequenos: um equipamento que perde rendimento aos poucos, um ajuste adiado, um alarme que ninguém cruzou com o resto da planta. Na gestão reativa, ela só aparece quando já virou parada não programada, revisão fora de hora ou resultado do mês abaixo do previsto.

E há a conta que chega de fora. O ONS acompanha a potência entregue contra o despacho; a CCEE registra a energia que o medidor de faturamento enviou ao SCDE e liquida as diferenças pelo PLD. Essas leituras e a da própria planta podem discordar sem que nenhuma esteja errada.

Quando essa conferência falha, a conta vem como penalidade ou exposição financeira: um medidor que a CCEE não conseguiu acessar, uma medição fora do prazo, uma ultrapassagem do MUST, um contrato que a geração não cobriu.

Ler a usina antes de a conta chegar

A Insight chama esse trabalho de Inteligência Operacional: reunir o dado da usina inteira, cruzar as leituras enquanto ainda há tempo para agir e transformar o desvio em alerta para quem responde pela operação e pelos contratos.

O iPMS foi desenhado para ser o lugar desse trabalho, reunindo o que cada equipamento mediu, o que o ONS programou e despachou, o que a CCEE aceitou e o preço pelo qual a diferença é liquidada.

Quatro frentes, uma para cada lugar onde a usina pode perder

Eficiência

Para que a perda de eficiência apareça enquanto ainda é ajuste, antes de virar prejuízo.

  • Correlação entre equipamentos, para ver como o comportamento de um afeta o outro, sem fazer esse cruzamento à mão.
  • O dado de todos os equipamentos organizado por ativo, com o histórico e o valor atual de cada grandeza, venha ele da coleta que a usina já tem ou de uma que a Insight monta.
  • Painéis de gestão atualizados em tempo real.
  • Consumo de combustível e heat rate de cada unidade geradora, acompanhados e comparados entre as unidades.
  • Antecipação de desvio, alarme, revisão e ajuste antes da parada não programada.
  • A mesma informação para a operação e para a gestão, do operador ao conselho.

Medição e CCEE

Para que a medição de faturamento chegue à Câmara completa, no prazo e igual ao que a planta gerou.

  • Monitoramento contínuo da medição, com alerta para falha de comunicação, lacuna, valor anômalo e defeito no equipamento de campo, como relógio do medidor dessincronizado ou TP e TC queimados.
  • Acompanhamento do canal de inspeção lógica, para que a CCEE não perca o acesso aos medidores.
  • Envio/Análise diária da medição ao SCDE dentro do prazo regulatório.
  • Conferência entre o que o medidor gravou na planta e o que o SCDE aceitou, intervalo por intervalo.
  • Leitura dos relatórios da CCEE no painel DRI, em busca de possível exposição financeira.
  • Geração contratada na CCEE contra a geração realizada.

Despacho e ONS

Para que a usina saiba, hora a hora, se entregou o que o ONS programou e despachou.

  • Programa, despacho e geração verificada pelo ONS comparados com a potência medida na planta, com o tempo fora da faixa em cada hora.
  • Auditoria dos dados que o ONS usa na apuração do MUST, com alerta de ultrapassagem.
  • Acompanhamento das intervenções programadas cadastradas no ONS e do status de cada uma.
  • Taxas TEIP e TEIFa publicadas pelo ONS, que pesam na garantia física da usina.
  • Sinal de mérito, com o CVU da usina contra o CMO de cada hora, para planejar a semana. É uma leitura de mérito e não substitui o programa do ONS.
  • Desempenho das outras térmicas despachadas pelo ONS, para comparação.

Mercado

Para que a exposição da usina seja medida com o preço que a Câmara usa para liquidar.

  • PLD de cada submercado, por hora, dia, semana e mês.
  • Piso e tetos do PLD fixados pela ANEEL para cada ano.
  • Diferença entre o CMO e o PLD, que mostra as horas em que o piso ou o teto afastaram o preço do custo marginal.

Somado à geração e aos contratos da frente de medição, é o preço que dá a dimensão da exposição.

Por cima do que a usina já tem

O iPMS fica na camada de gestão. Operar a máquina continua sendo papel do sistema de controle da usina, e a coleta pode ser a que a planta já tem, com seu historiador e sua supervisão, ou uma que a Insight monta. O iPMS foi desenhado para ler o dado onde ele está e trabalhar acima dele: não competimos com a sua camada de dados, rodamos por cima dela.

Os sistemas de controle são abertos, mas quase ninguém os customiza: o que as usinas montam, na prática, é o historiador. Se a usina já investiu nessa coleta e na supervisão, esse investimento vira a base do iPMS.

O iPMS foi desenhado para rodar on-premise, na rede da própria usina, com o dado dentro da planta, ou em nuvem, conforme a característica de cada usina, e para devolver o dado conferido aos sistemas que a usina já usa, como faturamento e supervisão.

O iPMS parte da experiência de campo da Insight em instalação e comissionamento de usinas termelétricas, no Brasil e no exterior.

Vamos olhar a sua usina por eficiência, medição, despacho e mercado

Uma conversa com o time técnico da Insight sobre a operação e a rotina regulatória da sua usina

1

Conte como a usina acompanha a operação hoje

Como a sua equipe lê a eficiência das máquinas e confere medição, despacho e contratos.

2

Entenda onde o iPMS entra

Qual frente pesa mais na sua usina e como o iPMS foi pensado para ela, sobre a infraestrutura que já existe.

3

Decida o próximo passo

A conversa serve para avaliar se o iPMS cabe na sua operação e o que viria depois.